Toró entrou no segundo tempo e no primeiro lance recebeu cartão amarelo. Depois, cometeu a falta que Souza converteu e empatou o jogo para o Grêmio. A noite de quinta-feira parecia trágica para o volante. Mas aos 40 minutos, ele chutou com raiva e garantiu a vitória do Flamengo por 2 a 1.
- Tive três participações: tomei cartão, cometi aquela falta e depois fiz o gol. Falei para o Ronaldo (Torres, preparador físico) que se eu entrasse e papai do céu ajudasse, eu marcaria. E ajudou. Estou muito feliz.
Barrado pelo treinador Caio Júnior na partida, Toró não criticou a opção. Preferiu exaltar a volta dos bons momentos do Flamengo.
- Aqui é um grupo. Não tem vaidade. Quem entra, quem sai, um torce pelo outro. A gente espera que o Flamengo de 2007 comece a voltar. As coisas estiveram ruins, mas voltaram a ficar legais – diz o herói rubro-negro, que classificou o treinador como um “amigo”.
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